segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Fisioterapia a Domicilio .

         Sou Dr. Felipe Garcia, Fisioterapeuta formado há 9 anos.
Trabalho com o foco em Fisioterapia Ortopédica Residencial. Levo para o conforto da sua residencia os melhores equipamentos de Eletroterapia como LASER, Ultra-Som, Terapias Combinadas, COMPEX, Maca de madeira com regulagem de altura, super confortável e segura. Elásticos e bola de equilíbrio. Conseguindo atuar com sucesso sobre qualquer tipo de reabilitação ortopédica até sua alta.       





















Faço uma minuciosa avaliação com Câmera Térmica, onde posso acompanhar com detalhes a inflamação ou identificar  lesões musculares e articulares atuando diretamente no foco da lesão. 



















         Entre em contato: (11) 9.9471-9856
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Avaliação Termica

Estou em mãos com a nova tecnologia de Avaliação na Fisioterapia

A câmera térmica ..
Está sendo muito útil no tratamento da dor e dos processos inflamatórios pois ilustra com exatidão a origem do problema.
O aumento ou diminuição anormal da temperatura pode nos mostrar, sobrecarga muscular, articular, inflamações e lesões neurais, com essas informações posso escolher a melhor técnica e o melhor equipamento, realizando um tratamento preciso e eficaz.

Identificando

*Pontos de tenções  e lesões musculares, ligamentares e articulares.
*Pontos de inflamação com precisão.
*Aumento diminuição do fluxo sanguíneo.
*Dor irradiada.
*Lesões de origem Neural.

Essa nova ferramenta está me servindo não só para direcionar melhor o tratamento mas também para quantificar a evolução do trabalho.  A câmera infravermelha também poderá detectar os desequilíbrios antes dos sintomas se tornarem mais grave.

Atendimento domiciliar.
Entre em contato e marque uma consulta.

Entenda mais sobre a avaliação térmica  no vídeo..
http://videos.clicrbs.com.br/rs/zerohora/videonews/16028

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Lesões Musculares: Contratura / Estiramento.


No corpo humano existem três variedades de tecido muscular, o músculo liso, o músculo cardíaco e o músculo estriado esquelético; sendo que o músculo esquelético é o que está presente em maior quantidade, perfazendo entre 40 e 45% do peso corporal com aproximadamente 660 músculos com diferentes localizações e funções.

O músculo esquelético é um dos tecidos mais ativos metabolicamente, sendo importante para locomoção, e tem sua origem a partir de células mesodermais.

As fibras musculares dividem-se em:

Tipo I : de contração lenta ou vermelhas, e isto devido à densidade capilar e ao conteúdo em mioglobina.

Tipo II, de contração rápida ou fibras brancas, as quais se sub­dividem na lIa, IIb, e IIc.

1. Fibras subtipo IIb: constituem o subtipo mais característico.
São fibras de contração rápida (fast twitch), nas quais o metabolismo anaeróbico é dominante, o que origina uma grande acumulação de ácido láctico no final do exercício. O componente aeróbico é reduzido.

2. Fibras do subtipo lIa: são também fibras brancas, com predomínio do metabolismo anaeróbico, mas já com uma capacidade oxidativa superior, o que as toma ligeiramente mais resistentes à fadiga do que as anteriores.

3. Fibras do subtipo IIc: são fibras que se encontram no músculo em quantidades muito pequenas, cerca de 1% do total. Possuem predomínio do metabolismo anaeróbico e uma capacidade oxidativa bastante superior à encontrada nos subtipos anteriores, o que as coloca entre estas e as fibras tipo I, no que se refere à resistência à fadiga.


As lesões musculares podem ocorrer por diversos mecanismos, seja por trauma direto, laceração ou isquemia. Após a lesão, inicia-se a regeneração muscular, com uma reação inflamatória, entre 6 e 24 horas após o trauma.
 O processo de cicatrização inicia-se cerca de três dias após a lesão, com estabilização em duas semanas. A restauração completa pode levar de 15 a 60 dias para se concretizar. As principais causas de lesão são o treinamento físico inadequado, a retração muscular acentuada, desidratação, nutrição inadequada e a temperatura ambiente desfavorável.





ESTIRAMENTO

           As lesões musculares por estiramento ocorrem, de forma geral, em resposta a um alongamento brusco do músculo em contração. Estas lesões geralmente ocorrem quando o músculo está contraindo excentricamente, ou seja, é alongado enquanto produz tensão. O alongamento para desencadear o dano muscular, geralmente ocorre fora do comprimento muscular ótimo para geração de tensão, na fase descendente da curva comprimento-tensão do músculo em ação.

Lesões se divedem em 4 graus.

-Grau 1: é uma lesão com ruptura de poucas fibras musculares, mantendo-se intacta a fáscia muscular;
-Grau 2: é uma lesão de um moderado número de fibras, também com a fáscia muscular intacta;
-Grau 3: é a lesão de muitas fibras acompanhada de lesão parcial da fáscia;
-Grau 4: é a lesão completa do músculo e da fáscia ou seja, ruptura da junção músculotendínea.



CONTRATURA

A lesão acontece quando o músculo se contrai incorretamente e não retorna ao seu estado normal, ou seja, quando um pequeno grupo de fibras se contrai de forma não controlada (espasmo), causando uma dor bem localizada.

Na suspeita de lesões ósseas, como avulsões, os exames radiográficos podem ser úteis. A Ultrassonografia, a Tomografia e a Ressonância Magnética também podem ser consideradas para auxiliar no diagnóstico e tratamento, tendo em vista que a correta localização anatômica da lesão é fundamental para o tratamento e previsão de retorno ao esporte.


TRATAMENTO

Independente do tipo de lesão muscular, o tratamento inicial segue as seguintes recomendações: Proteção do grupo muscular atingido, repouso, gelo nas primeiras 24 a 72 horas “ Recomendo ler o artigo passado sobre calor e gelo” e elevação do membro atingido.
 A finalidade deste tratamento de emergência consiste em reduzir o sangramento dentro do músculo atingido e diminuir a possibilidade de novas lesões em um tecido já previamente lesado.

A Fisioterapia consiste em montar um protocolo seguro de tratamento com base no histórico do atleta e da lesão, sempre com o objetivo de acelerar o processo de cicatrização e devolver o atleta completamente recuperado realizando o gesto esportivo sem dor e complicações. 
Procure sempre um profissional.


BIBLIOGRAFIA.

Gregory CM, Williams RH, Vandenborne K, Dudley GA. Metabolic and phenotypic
characteristics of human skeletal muscle fibers as predictors of glycogen utilization
during electrical stimulation. Eur J Appl Physiol. 2005;95(4):276-82.

Baldwin KM, Haddad F. Effects of different activity and inactivity paradigms on myosin heavy chain gene expression in striated muscle. J Appl Physiol. 2001;90(1):345-
57.

Pette D. Training effects on the contractile apparatus. Acta Physiol Scand.
1998;162(3):367-76.

Pilegaard H, Ordway GA, Saltin B, Neufer PD. Transcriptional regulation of gene
expression in human skeletal muscle during recovery from exercise. Am J Physiol 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Rotação fêmur e Cinemática articulação femoropatelar: A Weight-Bearing Análise ressonância magnética

Research Report

Femur Rotation and Patellofemoral Joint Kinematics: A Weight-Bearing Magnetic Resonance Imaging Analysis

DOI: 10.2519/jospt.2010.3215


STUDY DESIGN: Controlled laboratory study using a cross-sectional design. OBJECTIVES: To compare patellofemoral joint kinematics, femoral rotation, and patella rotation between females with patellofemoral pain (PFP) and pain-free controls using weight-bearing kinematic magnetic resonance imaging. BACKGROUND: Recently, it has been recognized that patellofemoral malalignment may be the result of femoral motion as opposed to patella motion. METHODS: Fifteen females with PFP and 15 pain-free females between the ages of 18 and 45 years participated in this study. Kinematic imaging of the patellofemoral joint was performed using a vertically open magnetic resonance imaging system. Axial-oblique images were obtained using a fast gradient-echo pulse sequence. Images were acquired at a rate of 1 image per second while subjects performed a single-limb squat. Measures of femur and patella rotation (relative to the image field of view), lateral patella tilt, and lateral patella displacement were made from images obtained at 45°, 30°, 15°, and 0° of knee flexion. Group differences were assessed using a mixed-model analysis of variance with repeated measures. RESULTS: When compared to the control group, females with PFP demonstrated significantly greater lateral patella displacement at all angles evaluated and significantly greater lateral patella tilt at 30°, 15°, and 0° of knee flexion. Similarly, greater medial femoral rotation was observed in the PFP group at 45°, 15°, and 0° of knee flexion when compared to the control group. No group differences in patella rotation were found. CONCLUSION: Altered patellofemoral joint kinematics in females with PFP appears to be related to excessive medial femoral rotation, as opposed to lateral patella rotation. Our results suggest that the control of femur rotation may be important in restoring normal patellofemoral joint kinematics.
J Orthop Sports Phys Ther 2010;40(5):277-285, Epub 12 March 2010. doi:10.2519/jospt.2010.3215
KEY WORDS: biomechanics (lower extremity), hip, knee, medical imaging, MRI


The authors compare patellofemoral joint kinematics, femoral rotation, and patella rotation between females with patellofemoral pain (PFP) and pain-free controls using weight-bearing kinematic magnetic resonance imaging.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Efeitos do Fortalecimento Muscular do Quadril na Dor Fêmoropatelar

[PDF]

As relações existentes entre as articulações do quadril e joelho já não são novidade no meio científico, mas a cada dia nos deparamos com novos artigos abordando o tema além de outros enfoques e resultados interessantes. No recente artigo publicado pelo dr Powers os resultados indicaram uma melhora na dor e estado de saúde de mulheres que apresentavam dor fêmoropatelar após um fortalecimento da musculatura do quadril, quando comparadas com o grupo controle. O artigo é uma excelente fonte de leitura para quem se interessa pelo tema.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Lesão- Quando usar Gelo / Calor ?


Quando o atleta sofre uma contusão fazendo qualquer tipo de atividade física a primeira pergunta que nos vem a mente é “O que eu faço”, “coloca gelo, passa uma pomada, coloca para cima, faz compressa quente, etc..”
            O que o atleta tem que entender é que nem sempre quanto tem a presença de dor temos que colocar gelo. Por exemplo nas lesões musculares temos as Distensões, e as Contraturas.  Existe também as fazes Aguda e Crônica. Tudo vai depender do tipo de Lesão. Por isso é muito importante que haja uma avaliação antes de escolher a terapêutica que será utilizada.

            Para entender um pouco melhor como e quando aplicar o Gelo “podemos chamar Gelo de Crioterapia” ou “Calor, podemos chamar o Calor de Termoterapia”, temos que entender o principal aspecto Fisiológico de uma Lesão, a INFLAMAÇÂO.
 A inflamação (do Latim inflammatio, atear fogo) ou processo inflamatório é uma reação do organismo a uma infecção ou lesão dos tecidos.
Os estágios iniciais da inflamação são caracterizados por mudanças vasculares. Imediatamente após a lesão, ocorre uma vasoconstrição local, que dura de 5 a 10 minutos. A vasoconstrição é seguida por vasodilatação ativa de todos os vasos locais pequenos e por fluxo sanguíneo aumentado. Este fenômeno possibilita o processo de diapedese dos neutrófilos para os espaços teciduais, porém junto com essa vasodilatação para a diapedese extravasa mais líquido, o que caracteriza o aumento do edema. “Rosa et al.”

Classicamente, a inflamação é constituída pelos seguintes sinais e sintomas:
1.         Calor; aquecimento
2.         Rubor; vermelhidão
3.         Tumor; inchaço
4.         Dor;
5.         Perda de função

Entendendo o que acontece no seu corpo nessa faze e sabendo que temos que lutar contra o tempo para diminuir esses sinais e sintomas que recurso você diria que é mais eficiente ??

Bom se você ainda não tem a resposta vamos entender o que a Crioterapia e a Termoterapia tem como efeito Fisiológico no nosso corpo.

Gelo, Crioterapia.

Knight et al. relata que as respostas fisiológicas locais às aplicações de frio incluem diminuição de temperatura, metabolismo, inflamação, circulação, dor e espasmo Muscular.

Contraindicação.

Distúrbios que contraindicam o uso da crioterapia são: Arteriosclerose; doença vascular periférica – o frio comprometerá a irrigação sanguínea já comprometida na área; distúrbios como a doença de Raynaud; criglobinemia; urticária do frio; sensibilidade cutânea defeituosa; hipersensibilidade cutânea; fatores psicológicos. Além disto, deve cercar-se de precauções ao aplicar agentes de resfriamento em áreas nas quais estruturas contendo tecido nervoso se encontram muito superficiais como axila, dobra anterior do antebraço, dobra posterior do joelho “região poplitea”

Calor, Termoterapia.
 
Os efeitos do calor sobre as taxas metabólicas, a inflamação e a hemodinâmicas, são geralmente opostos aos do frio. “Starkey, 2001. P.  127”.   Kitchen e Bazin afirmam que os efeitos terapêuticos do calor no local aplicado geralmente são: alívio da dor, relaxamento muscular, elevação da velocidade de fluxo sangüíneo, facilitação da cicatrização dos tecidos lesados e redução da rigidez articular e Muscular.

Contraindicação:

A aplicação de calor é contraindicada no atendimento imediato porque o maior metabolismo promoveria hipoxia secundária à lesão, agravando o dano. Segundo Kitchen e Bazin podem contraindicar completamente o tratamento, ou podem indicar a necessidade de cuidados especiais são: falta de sensibilidade térmica por parte do paciente; circulação comprometida; áreas de sangramento ou hemorragia recente; pele desvitalizada; feridas abertas;

Agora ficou bem claro que para reduzir os sinais e sintomas iniciais da inflamação a melhor opção com certeza é o gelo. Mas vejam bem “ Fase inicial” AGUDA,  por isso é de extrema importância a avaliação de um profissional para identificar se realmente o gelo é a melhor opção na fase em que você se encontra.

Tanto a Crioterapia quanto a Termoterapia apresentam relevantes benefícios no processo de reparo da lesão, porém, têm sua melhor aplicação em diferentes fases da inflamação. Os efeitos da Crioterapia são mais bem empregados quando utilizados no período inicial da inflamação, geralmente durante a fase aguda que é das 24 a 72 horas após o trauma.
De acordo com Guirro et al., recomenda-se aplicação do frio durante 20 a 30 minutos com intervalo de duas horas nos tecidos moles lesados. Aplicação deve ser realizada durante as primeiras 24 a 48 horas após a lesão para minimizar o edema, espasmo muscular e dor.
Após esse período, outros recursos, como a termoterapia, são mais eficazes. Por exemplo quando se tem como objetivo o relaxamento muscular aumento do fluxo sanguíneo, quebra da rigidez articular.
Porem tudo vai depender das necessidades reais do paciente e da fase em que se encontra.

Lembre-se: Respeite sempre a Fisiologia, sempre que 80% ou mais, dos sinais e sintomas da Inflamação estiverem presentes a melhor opção é o Gelo.

Contraste Gelo + Calor.

O Contraste pode ser utilizado onde os objetivos são vasomotores, isso é, alterações circulatórias que o agente frio e o calor promovem nos tecidos.
Os vasos sanguíneos dilatam quando é aplicado calor, e estreitam com a aplicação de frio. Esta mudança de calibre dos vasos sanguíneos estimula a circulação, fazendo como uma Bomba venosa na região aplicada.

Bibliografia.

Rosa, G. M. M; Nunes, C. B; Oliveira, J. S. Efeitos Fisiológicos da Crioterapia na Inflamação Aguda por Traumatismo Fechado: uma revisão. Reabilitar 14: 16-22- 2002

Knight, K. L. Crioterapia no Tratamento das Lesões Esportivas. São Paulo: Manole, 2000.

Starkey, C. Recursos Terapêuticos em Fisioterapia. São Paulo: Manole,2001.

Kitchen, S; Bazin, S. Eletroterapia de Clayton. 10. ed. São Paulo: Manole,1998.

Guirro, R.; Davini, R.; Nunes, C. V. As Respostas Musculares Induzidas após o Resfriamento Local. Anais do IX Congresso Brasileiro de Biomecânica. 2001.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O que é Fisioterapia Desportiva.

        A Fisioterapia desempenha um papel fundamental na abordagem multidisciplinar para a gestão de lesões esportivas.
       O objetivo da fisioterapia é tratar e reabilitar o atleta totalmente pós lesão, pós operatório, porem o maior desafio esta em devolver o atleta o mais rápido possível para a prática esportiva após uma lesão.
       Confrontado com um atleta lesionado, as primeiras palavras que vêm à mente de nós como fisioterapeutas do esporte são rapidez e eficiência, já que nosso objetivo é o retorno imediato do atleta à atividade física.
        Para alcançar isso, temos à nossa disposição muitas técnicas de fisioterapia, porem as lesões só podem ser tratadas com sucesso quando a causa do problema é totalmente investigada e corrigida, portanto uma anamnese cuidadosa é da maior importância para determinar a localização, a natureza, o comportamento e o aparecimento dos sintomas.
Não é aceitável tratar os sintomas sem primeiro estabelecer a causa subjacente.

        Dentro da fisioterapia do esporte é também importante a integração através da reeducação dos atos motores específicos da modalidade. O fisioterapeuta através da avaliação clínica e funcional individualizada do atleta pode colaborar com o treinamento, orientando os indivíduos e respectivos treinadores quanto aos possíveis desequilíbrios musculares presentes e o desempenho biomecânico do esporte em questão.

       O aspecto preventivo para o atleta é muito importante e deve ser delineado de maneira eficaz com base no levantamento dos fatores de risco das lesões referentes à modalidade esportiva específica. Com a finalidade de atuar preventivamente a fisioterapia precisa redirecionar seu foco de atenção para situações com possível risco para o aparelho músculo-esquelético.
        Dentre as lesões mais comuns estão às tendinites, lesões ligamentares, contusões e distensões, entorses, luxações e subluxações, fraturas etc..
        Um trabalho preventivo, além de melhorar a performance dos atletas, certamente traz economia para o clube/equipe, sendo necessários menos recursos financeiros no tratamento destas lesões. A Fisioterapia tem buscado as mais diversas possibilidades para que cada vez menos lesões venham a ocorrer durante estas atividades desportivas.

       Se reabilitação adequada não é realizada, o atleta pode competir muito cedo, com instabilidade residual, distúrbios proprioceptivos, fraqueza muscular e desequilíbrios. Programas individuais devem ser planejados e implementados para cada atleta. Isso pode incluir exercícios específicos, a adaptação às novas posturas para corrigir o desequilíbrio muscular.
       Por isso para obter um melhor resultado em sua recuperação, e alcançar os objetivos com maior eficiência o atleta deve procurar um Fisioterapeuta especializado em lesões desportivas, ele vai atuar na recuperação acelerada e devolver o atleta o mais rápido possível as atividades.